O Projeto Vidas por Vidas já faz parte da história da juventude adventista da América do Sul. Os números indicam crescimento a cada ano, e mostram também a importância deste projeto para a captação de doadores e também para a divulgação da necessidade dos bancos de sangue em todas as partes.

Estes são apenas dois argumentos para você organizar a campanha em sua cidade e fazer a divulgação dela, utilizando também os canais de imprensa: jornais, revistas, internet e emissoras de rádio e televisão. Por ser um assunto de interesse comunitário, grandes são as chances de cobertura jornalística desta ação.

Para que este trabalho de divulgação seja bem feito, é necessária a confecção do que os jornalistas chamam de press-release, que é um texto informativo, destacando os números locais, despertando o interesse do repórter para fazer a cobertura da campanha. Levante os endereços e telefones de todos os canais de imprensa da sua região, e espalhe a notícia do Vida por Vidas.

O ideal é que o primeiro contato com os jornalistas seja feito até 7 dias antes do evento, com um release avisando do dia da campanha, da história na cidade e da expectativa do número de doadores. Três dias antes da data marcada, envie outro release e faça um contato telefônico – apresente-se e ofereça mais informações, caso o repórter necessite. Na véspera do evento é hora de enviar outro release, bem chamativo para o dia seguinte.

È importantíssimo apresentar dados locais: levante quantas pessoas o banco de sangue da sua região recebe diariamente, qual seria a quantidade necessária de voluntários, quantas bolsas de sangue são utilizadas na cidade ou região diariamente ou mensalmente, etc. Estes dados serão utilizados pelo repórter quando for fazer a matéria, por isso, devem ser representar a realidade da sua região.

Divulgar o Projeto Vida por Vidas na imprensa de sua cidade trará dois grandes benefícios principais:

[1] Incentivar a comunidade a participar da campanha, tornando-se voluntária na doação de sangue e [2] divulgar a ação do Jovem Adventista, que ama ao próximo.


Vida por Vidas tem lanÇamento oficial no prÓximo dia 24 com Ênfase na doaÇÃo de medula

O medo e a falta de informação provavelmente impedem que muita gente seja um doador de medula no Brasil. Por receio de ter algum problema de saúde, muitos talvez deixem de se tornar potenciais doadores. E é importante observar que a doação de medula pode ser o recurso mais eficaz para cura de doenças como o câncer. Segundo dados do Ministério da Saúde, hoje o Brasil tem o terceiro maior banco de doadores de medula óssea do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e da Alemanha. Instalado no Instituto Nacional de Câncer (Inca), o Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula (Redome) ultrapassou a marca de um milhão de pessoas inscritas. O número representa um crescimento de 10.814% em relação a 2001, quando havia 12.550 pessoas registradas. É por isso que o Projeto Vida por Vidas, realizado pela juventude adventista do sétimo dia em toda a América do Sul, vai enfatizar a doação de medula neste ano. No próximo dia 24, quarta-feira, na Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), o grupo do Vida por Vidas realiza o lançamento sul-americano do projeto justamente enfatizando a necessidade de cadastro de doadores de medula. Estão previstas distribuições de material de orientação, a presença de autoridades governamentais e, inclusive, de uma pessoa que foi salva graças ao transplante de medula e que vai falar de sua experiência. Ao mesmo tempo, jovens doarão sangue e contribuirão para melhorar os estoques do Hemocentro.

O projeto Vida por Vidas (www.vidaporvidas.com.br), idealizado em 2005, já ajudou a levantar mais de 300 mil doadores de sangue em oito países sul-americanos. É uma iniciativa dos adventistas do sétimo dia com apoio dos hemocentros de todas as regiões brasileiras, órgãos governamentais e sociedade civil organizada. O coordenador geral, Otimar Gonçalves, explica que neste ano a intenção é ter um cadastro atualizado de doadores de medula, também, a fim de colaborar com a cura de muitos que estão na fila de espera por um transplante. A campanha ganha força a partir do mês de março. “O projeto tem crescido a cada ano e esperamos que o número de doadores sistemáticos de sangue e, também, de medula cresça. Tão importante quanto as mobilizações pontuais são as doações regulares”, afirma Gonçalves.

Como ser doador de medula
Segundo informa o site do Inca, alguns critérios devem ser levados em conta para doação de medula. O passo-a-passo para ser doador consiste no seguinte:

Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde poderá doar medula óssea. É a retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções, e se recompõe em apenas 15 dias.

Os doadores preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue com 5 ml para testes. Estes testes determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente.

Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante.

Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação.

A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de uma em cem mil.

É possível se cadastrar como doador voluntário de medula óssea nos hemocentros dos estados.  O Inca, no Rio de Janeiro, também faz a coleta de sangue e o cadastramento de doadores voluntários de medula óssea. Outras informações podem ser obtidas em www.inca.gov.br.

O que? Lançamento oficial do Vida por Vidas
Onde? Fundação Hemocentro de Brasília - SMHN Qd 3 Bl A T s/n
Quando? Dia 23.03, a partir das 9 horas

Assessoria de Imprensa
Felipe Lemos – (61) 8121-1723 / Jeanne Moura – (61) 9944-3483

 

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