|
|
[Brasília - DF] A edição da campanha deste ano, que tem sido marcada pelo desprendimento da nossa juventude, teve início com dois grupos participando da doação de sangue no Hemocentro de Brasília. As igrejas da Candangolândia e de Valparaizo registraram sua presença, dia 21 de março, com cerca de 40 doadores.
Vários doadores expressaram seu contentamento por poder participar do projeto. “Ainda não sou adventista e nunca havia doado sangue. Ao visitar a igreja neste sábado, ouvi o anuncio convidando voluntários a participar, então pensei: agora é a minha vez. Gostei muito de ter doado,” declarou Evandro Leonardo da Cidade Ocidental, visitante na igreja da Candangolândia.
A jovem Elvane da Silva, da cidade de Valparaizo, afirmou estar muito feliz por ter conseguido doar depois de três tentativas: “A primeira vez eu estava abaixo do peso, tinha menos de 52 quilos, a segunda vez eu esqueci o documento de identidade, mas desta vez deu certo, e foi muito bom!”
Muitas pessoas não doam sangue por falta de motivação, por desinformação ou por causa de algumas informações distorcidas a respeito da doação. Era o caso de Jonata Messias, de Valparaizo, que não doava por ter recebido a informação de que pessoas que tivera hepatite não poderiam doar. “Só esta semana fiquei sabendo que quem teve hepatite antes dos dez anos de idade pode doar, então já participei,” pontuou Jonata.
Outros não doam por medo, mas quando conseguem superá-lo vibram com a experiência, foi o que aconteceu com Wilton Cardoso. Sua igreja já esteve presente três vezes participando da campanha, ele até acompanhou o grupo, mas na hora hesitou. “Desta vez me animei e foi mais simples do que eu imaginava,” falou, com um sorriso, o Wilton.
Segundo a direção do Hemocentro a parceria com da igreja adventista é indispensável, pois há grupos doando durante todo o ano. Esta fidelização é muito importante para manutenção dos estoques de sangue.
“É necessário que cada doador ou grupo de doadores, que comparecem aos bancos de sangue, informem que está participando da campanha “Vida por Vidas,” para que se possa ter um controle da quantidade de doares ao longo do ano,” destacou o Pr. Fernando Lopes, coordenador da campanha no Distrito Federal e Entorno.
Pr. Fernando Lopes
Coordenador da campanha no Distrito Federal |